De Badajoz às Flores


Olá, já á muito tempo que não escrevia por aqui. O tempo não me têm permitido, foi uma correria desde que saí de Badajoz até que cheguei à ilha das Flores nos Açores no passado dia 30 de agosto.
De Badajoz às Flores o que se passou?

Não quero viver a vida através de um ecrã

Depois de ter visto o vídeo do Poder da Gravata, pensei que deveria refletir sobre este tema da dependência da tecnologia e das redes sociais…
Há uns tempos para cá que tenho usado as minhas redes sociais de forma mais consciente, sigo aquilo que me traz algo e adiciono só as pessoas que conheço e com quem falo com alguma regularidade…
Pensei em acabar com a minha conta no instagram é onde passo mais tempo e que não me traz nada de novo… Só que para isso tenho feito o upload das fotografias que publiquei e quero ficar com as mesmas.
As pessoas estão muito dependentes das redes sociais, do que as pessoas pensam… Se aquela foto tem mais likes do que a que publiquei ontem! Se as notícias só correm pelas redes sociais! Se quero saber da vida de alguém, basta uns cliques no Facebook ou no instagram para a encontrar e saber que é feito dela!

Passaram-se uns meses desde que cheguei a ti


Faltam poucos meses para terminar o contrato de trabalho e assim termina a minha experiência por Badajoz, terras do Guadiana… Talvez seja a altura certa para reviver as experiências que tive desde do primeiro dia em que te vi Badajoz…

O que a MSUD me ensinou...





Quem é novo por aqui pode não saber, mas eu tenho uma doença rara. No dia 28 de fevereiro é o dia das doenças raras. Uma doença rara é aquela que afeta uma pequeníssima parte da população mundial, no caso da minha afeta entre 1/180.000 nascimentos, sendo que é mais frequente em alguns estados americanos, Brasil e noutros países. Chama-se MSUD (Maple Syrup Urine Disease) ou em português Doença da urina de xarope de bordo ou Leucinose. Em Espanha é também denominada por enfermedad orina de jarabe de ácer. É uma doença autossómica regressiva, ou seja, é genética e hereditária e é necessário que os dois progenitores sejam portadores de 4 genes defeituosos (BCKDHA, BCKDHB, DBT ). Assim, o bebé será portador da doença, no entanto, no meu caso os meus pais não eram portadores do gene, foi feita uma nova mutação. A doença tem vários graus e depende da quantidade de enzima para decompor as proteínas nos seguintes aminoácidos: Leucina, valina e isoleucina e estes têm de ser absorvidos pelo corpo. Existe a mais leve que é a intermitente até à mais grave que é o meu caso a Clássica que se manifesta nos primeiros dias de vida. 

Compras zero waste







Resultado de imagem para ecológicas


Boa noite a todos, este post é com as compras ecológicas que fiz no início do ano em algumas empresas portuguesas.